A defesa do candidato à Presidência Renan Santos (Missão) pediu, na noite desta segunda-feira (31), que o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analise, já nesta terça-feira (1º), a decisão monocrática do ministro Dias Toffoli.
A decisão de Toffoli determinou a suspensão da campanha digital de Renan Santos, dos repasses do fundo eleitoral e de sua participação em debates.
A medida foi tomada após a constatação de que perfis utilizados pelo candidato nas redes sociais foram informados à Justiça Eleitoral 12 dias depois do registro da candidatura.
Na petição apresentada ao TSE, os advogados Arthur Rollo e Rafael Lages, que representam Renan Santos, argumentam que a decisão provocou prejuízos imediatos à campanha e, por isso, precisa ser submetida com urgência à análise do plenário.
Segundo a defesa, a liminar teria causado um prejuízo “evidente, imediato e já ocorrido”, motivo pelo qual pede que a decisão seja referendada ou revista pelos demais ministros.
O caso agora chega ao plenário do TSE e pode se tornar mais um episódio de forte repercussão na corrida presidencial.
A questão que fica é: o plenário manterá ou derrubará a decisão de Dias Toffoli?





